Primeira Igreja Batista de Araguaína

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Pastor Euzimar Nunes de Souza

Euzimar Nunes nasceu no dia 28 de dezembro de 1963, no Tanque distrito de João Lisboa – Maranhão. Filho de Antero Ferreira de Sousa, em memória, e Laura Nunes de Sousa, têm seis irmãos, Euzení, Euzinete, Edésio, Eusivaldo, Eusilene e Elení. Casado com Antonia Maria Dias da Luz Sousa, no dia 28 de dezembro de 1984, tem três filhos, Priscila, Athos e Lucas. Foi batizado no dia 05 de dezembro de 1981, pelo Pr. Adamastor Pereira Leite na Igreja Batista da Mangueira, igreja que serviu em diversas áreas e que sob a liderança do Pr. Adão Pereira de Brito, o recomendou ao Seminário Teológico Batista do Tocantins em 1986, onde formou em Teologia em 1988. A consagração ao ministério se deu no dia 04 de julho de 1987 na Primeira Igreja Batista em Senador La Roque, (então Mucuiba) na época liderada pelo pastor Cornélio Apararecido de Oliveira. Neste mesmo ano assumiu o pastorado da Igreja Batista Nova Aliança, na cidade de Guadalupe, Piauí, onde pastoreou por três anos e nove meses, transferindo-se em seguida para a Primeira Igreja Batista em Porto Nacional, Tocantins, onde serviu como pastor por oito anos e sete meses e no dia 16 de setembro de 2000, assumiu o pastorado da Primeira Igreja Batista em Araguaína, onde está até hoje. Ao longo destes anos tem assumido alguns cargos denominacionais como: Presidente e vice-presidente da Convenção, membro do conselho administrativo da convenção por vários anos, conselheiro da Jubato – Juventude Batista do Tocantins, Presidente da ordem dos pastores cargos que ocupa hoje, além da vice-presidência da convenção Batista do Tocantins.

Reverência na casa de Deus

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“Guarda o teu pé, quando entrares na casa de Deus; porque chegar-se para ouvir é melhor do que oferecer sacrifícios de tolos, pois não sabem que fazem mal.” (Eclesiastes 5:1)

O templo é a casa de Deus. Parece estranho ter que fazer esta afirmação, pois imaginamos que todos sabem. Mas a prática é que muitos ou não sabem ou agem como se não soubessem; determinados comportamentos denunciam uma verdadeira falta de reverência; veja alguns exemplos:

1.    Começa pelo começo – isto é, sabemos o horário que o culto começa, mas muitos quando vem chegar o culto já está terminando. Se o culto começa às 19h, até 08h ou mais ainda tem gente chegando;

2.    Muitos que chegando ao invés de sentar e orar preferem ficar conversando, e muitas vezes ficam conversando na porta ou no acesso onde outros estão querendo entrar;

3.    A falta de solidariedade é vista pelo lugar que sentam, dificultando o acesso dos outros. Isto é, sentam na extremidade dos bancos ou das filas de cadeiras;

4.    Deixam os filhos soltos como se não tivessem nem pai e nem mãe. Muitas vezes vêem os filhos correrem dentro do templo e nada fazem para corrigir;

5.    Assim como chegam atrasados, muitos não esperam o culto terminar, alguns saem na ora do apelo quando o visitante está travando uma grande luta espiritual para tomar uma decisão se aceita a Cristo ou não; Precisamos nos educar a sair do templo quando o culto terminar. Isto é, depois da oração final e do poslúdio;

6.    Uma prática também de irreverência é o constante uso de celular no templo – salvo se tiver algum compromisso de plantão, não tem porque deixar o celular ligado na hora do culto;

Orem para que os nossos cultos sejam realmente aceitos por Deus, porque ele merece todo o nosso louvor e toda a nossa adoração.

Do seu pastor e amigo,
Euzimar Nunes.

Talentos Lentos

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Deus distribuiu talentos a todos nós, que resultados temos para apresentar a Ele? Na conhecida parábola dos talentos, aprendemos que o Senhor entregou a um servo cinco talentos, a outro dois e a outro um.
Tempos depois o senhor daqueles servos voltou para prestação de contas. Entra o primeiro e apresenta dez talentos tendo recebido cinco, em seguida entra o segundo que entrega ao seu senhor quatro talentos tendo recebido dois e logo depois entra o último que entrega ao seu senhor um talento, exatamente o único que havia recebido.  O senhor elogia os dois primeiros por terem trabalhado e produzido resultados em dobro; quanto ao último o senhor o repreende por não ter produzido nada.

Se cada um de nós recebeu de Deus um ou mais talentos, o que temos para prestar contas a Deus? Chegaremos à presença Dele com resultados ou de mãos vazias? Somos servos produtivos ou improdutivos?
Pelo que o Senhor Deus tem nos dado, temos trabalhado suficientemente para Ele? Na nossa prestação de contas com o Senhor Deus, seremos achados, servos bons e fiéis ou servos maus e negligentes? Quantos talentos têm sido enterrados? Para quem estamos dedicando os talentos que o Senhor Deus nos deu? Tem sido dedicado para construir o reino de Deus, do diabo ou o nosso? Quando a bíblia diz que devemos “buscar primeiro o reino de Deus e as demais coisas nos serão acrescentadas” significa usar os talentos que Ele nos deu na construção do reino Dele e não no nosso e muito menos na construção do reino inimigo.

Com o tema: ELES TAMBÉM PRECISAM DA GRAÇA DO PAI, somos desafiados a colocar em prática nossos talentos para que outros
possam ser alcançados pela graça que nos alcançou – a graça da SALVAÇÃO EM CRISTO JESUS. Acredito que estamos muito lentos no uso dos nossos talentos; precisamos correr a carreira que nos está proposta por Deus. Corramos com perseverança.

Do seu pastor e amigo,
Euzimar Nunes.

Quando só orar não basta...

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“Ore por mim... Pode deixar eu vou orar!”


Estas duas frases são muito comuns. Assim como é comum achar que prometi que vou orar e não preciso fazer mais nada. Pior que isso é prometer que vai orar e esquecer; o que demonstra não apenas que se esqueceu de orar, mas esqueceu da pessoa que pediu oração e consequentemente do seu pedido.


Só orar não basta, quando pensamos que a oração substitui uma visita.
Só orar não basta, quando alguém está com frio e eu posso lhe dar um cobertor e só digo vou orar.
Só orar não basta, quando alguém precisa de um ouvido amigo e eu digo “Não tenho tempo, vou orar”.
Só orar não basta, quando uma pessoa está com fome e apenas digo: “Deus te abençoe” e não lhe dou comida.
Só orar não basta, quando vejo o mundo que jaz no maligno e não evangelizo – acho que já estou fazendo a minha parte porque estou orando.
Só orar não basta, quando penso que a minha oração substitui a minha ação.
Só orar não basta, quando acho que Deus tem obrigação de fazer por mim aquilo que posso fazer.
Só orar não basta, quando a oração é apenas uma fuga da minha responsabilidade cristã.
Só orar não basta, quando a minha oração é interesseira.
Só orar não basta, quando a minha oração se mistura com uma vida de pecado.
Só orar não basta, quando oro apenas por desencargo de consciência e não pelo prazer de um diálogo com o pai, termino esta reflexão dizendo que basta orar”, quando a minha oração é um pedido de ajuda a Deus para que eu realize aquilo que não sei e nem posso fazer sozinho; ou ainda quando recorro a Deus para que Ele mesmo faça o que aos meus olhos e/ou com as minhas forças não posso fazer. Uma famosa frase, por alguns atribuídos a Martinho Lutero, diz: Ore como se tudo dependesse de Deus. Trabalhe como se tudo dependesse de você.”

Até a próxima.
De seu pastor e amigo,
Euzimar Nunes.

A difícil, mas boa vida em família

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familia nunes

familia nunes

Eu poderia tematizar esta matéria da seguinte forma: A boa, mas difícil vida em família; mas prefiro pensar que ao invés de ser boa, mas difícil, a família é difícil, mas é boa. Todas as famílias têm problemas. Às vezes muda apenas o endereço ou mesmo o nome do problema, ou ainda, a intensidade dele. Por esta razão estou dizendo que é difícil a vida em família.  Creio que a maioria de nós quando distante ou mesmo quando perdemos em definitivo alguém da família sofremos e passamos a viver o sentimento que chamamos de saudade – por estas razões digo que a vida em família é boa.

Com estas observações, vale pensar até que ponto temos supervalorizado o difícil em detrimento do bom? Não é porque a vida é ou está difícil que vou tirá-la; não é porque alguém que amo está doente e sofrendo e eu estou sofrendo com ele que vou matá-lo; não é porque o casamento ou o relacionamento com os filhos está ou é difícil que vou me divorciar ou abandonar os meus filhos. O bom precisa sobressair ao difícil e não o difícil ao bom.  A eutanásia no Brasil não é permitida senão no relacionamento conjugal; quando um casamento adoece ao invés de procurar tratamento, muitos preferem matá-lo. Uma das coisas boas da vida é a vida em família, mas o melhor da vida em família é cada um lutar para que esta vida em família seja uma vida boa e não um peso a ser carregado como um fardo insuportável. Aí vai algumas dicas: Primeiro: Veja a vida em família como algo bom e não como algo difícil; Segundo:  Assuma seus erros em família, ao invés de apontar os erros dos outros; Terceiro: Decida mudar naquilo que você entende que está fazendo errado; Quarto: Ajude os demais membros da sua família mudar naquilo que eles decidirem mudar; Quinto: Quando você não souber mais o que fazer – Busque ajuda de Deus, de profissionais e de amigos sinceros.

Até a próxima,

Euzimar Nunes
Formado em Teologia e PsicanálisePastor da Primeira Igreja Batista em Araguaina há 10 anos
Palestrante nas áreas de: Ética, família, motivação, relacionamento, etc.

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– (63) 3414-7452

Última atualização em Sex, 28 de Janeiro de 2011 11:12

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