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Batistas lançam concurso de vídeos sobre temática ambiental cristã

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concursodecurtas2

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Como bem dizia o cineasta brasileiro Glauber Rocha para produzir um filme basta “uma câmera na mão e uma ideia na cabeça”.

E considerando o fato de que o cinema é uma das artes que mais influenciam a sociedade contemporânea, é que o Departamento de Ação Social (DAS) da Convenção Batista Brasileira, em parceira com a Juventude Batista Brasileira, promove o primeiro concurso de curtas por ocasião ao Dia Batista de Ação Social, que neste ano acontece no dia 1º de maio.

O concurso “Curta Vida Plena e Meio Ambiente” tem como objetivo estimular o conhecimento e a criatividade nas práticas de desenvolvimento sustentável e consciência ambiental cristã entre os batistas brasileiros.

Os vídeos deverão abordar o tema “Vida Plena e Meio Ambiente” e ter duração de cinco minutos, incluindo os créditos. Os três melhores vídeos proporcionarão aos seus idealizadores prêmios. Além disso, todos os vídeos inscritos serão contemplados com uma sacola reciclável e uma caneca personalizada da Juventude Batista Brasileira.

As inscrições acontecem entre os dias 2 de maio e 2 de junho de 2011. Para ler o edital de inscrição do concurso “Curta Vida Plena e Meio Ambiente” clique aqui.

Autorizamos a reprodução deste conteúdo única e exclusivamente se a fonte for citada como Convenção Batista Brasileira e com a inclusão do link para www.batistas.com (na internet).

Reverência na casa de Deus

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“Guarda o teu pé, quando entrares na casa de Deus; porque chegar-se para ouvir é melhor do que oferecer sacrifícios de tolos, pois não sabem que fazem mal.” (Eclesiastes 5:1)

O templo é a casa de Deus. Parece estranho ter que fazer esta afirmação, pois imaginamos que todos sabem. Mas a prática é que muitos ou não sabem ou agem como se não soubessem; determinados comportamentos denunciam uma verdadeira falta de reverência; veja alguns exemplos:

1.    Começa pelo começo – isto é, sabemos o horário que o culto começa, mas muitos quando vem chegar o culto já está terminando. Se o culto começa às 19h, até 08h ou mais ainda tem gente chegando;

2.    Muitos que chegando ao invés de sentar e orar preferem ficar conversando, e muitas vezes ficam conversando na porta ou no acesso onde outros estão querendo entrar;

3.    A falta de solidariedade é vista pelo lugar que sentam, dificultando o acesso dos outros. Isto é, sentam na extremidade dos bancos ou das filas de cadeiras;

4.    Deixam os filhos soltos como se não tivessem nem pai e nem mãe. Muitas vezes vêem os filhos correrem dentro do templo e nada fazem para corrigir;

5.    Assim como chegam atrasados, muitos não esperam o culto terminar, alguns saem na ora do apelo quando o visitante está travando uma grande luta espiritual para tomar uma decisão se aceita a Cristo ou não; Precisamos nos educar a sair do templo quando o culto terminar. Isto é, depois da oração final e do poslúdio;

6.    Uma prática também de irreverência é o constante uso de celular no templo – salvo se tiver algum compromisso de plantão, não tem porque deixar o celular ligado na hora do culto;

Orem para que os nossos cultos sejam realmente aceitos por Deus, porque ele merece todo o nosso louvor e toda a nossa adoração.

Do seu pastor e amigo,
Euzimar Nunes.

Talentos Lentos

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Deus distribuiu talentos a todos nós, que resultados temos para apresentar a Ele? Na conhecida parábola dos talentos, aprendemos que o Senhor entregou a um servo cinco talentos, a outro dois e a outro um.
Tempos depois o senhor daqueles servos voltou para prestação de contas. Entra o primeiro e apresenta dez talentos tendo recebido cinco, em seguida entra o segundo que entrega ao seu senhor quatro talentos tendo recebido dois e logo depois entra o último que entrega ao seu senhor um talento, exatamente o único que havia recebido.  O senhor elogia os dois primeiros por terem trabalhado e produzido resultados em dobro; quanto ao último o senhor o repreende por não ter produzido nada.

Se cada um de nós recebeu de Deus um ou mais talentos, o que temos para prestar contas a Deus? Chegaremos à presença Dele com resultados ou de mãos vazias? Somos servos produtivos ou improdutivos?
Pelo que o Senhor Deus tem nos dado, temos trabalhado suficientemente para Ele? Na nossa prestação de contas com o Senhor Deus, seremos achados, servos bons e fiéis ou servos maus e negligentes? Quantos talentos têm sido enterrados? Para quem estamos dedicando os talentos que o Senhor Deus nos deu? Tem sido dedicado para construir o reino de Deus, do diabo ou o nosso? Quando a bíblia diz que devemos “buscar primeiro o reino de Deus e as demais coisas nos serão acrescentadas” significa usar os talentos que Ele nos deu na construção do reino Dele e não no nosso e muito menos na construção do reino inimigo.

Com o tema: ELES TAMBÉM PRECISAM DA GRAÇA DO PAI, somos desafiados a colocar em prática nossos talentos para que outros
possam ser alcançados pela graça que nos alcançou – a graça da SALVAÇÃO EM CRISTO JESUS. Acredito que estamos muito lentos no uso dos nossos talentos; precisamos correr a carreira que nos está proposta por Deus. Corramos com perseverança.

Do seu pastor e amigo,
Euzimar Nunes.

Curiosidades sobre os povos NÃO-ALCANÇADOS

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povos no alcancados

povos no alcancados

O que é a Janela 10/40?

É uma faixa de terra que vai do oeste da África até a Ásia. Subindo, a partir da Linha do Equador, fica entre os graus 10 e 40, formando um retângulo. Naquela região vive o maior número de povos não-evangelizados da Terra, cerca de 3,5 bilhões de pessoas em 62 países. É nessa faixa que se concentram os adeptos das três maiores religiões não-cristãs do mundo: islamismo, hinduísmo e budismo.

Somente 8% dos missionários trabalham entre eles. Na maioria dos países há falta de receptividade aos cristãos. A liberdade religiosa, quando existe, é frágil. Há necessidade de missionários, líderes, pastores e escolas de treinamento para os poucos cristãos existentes. Há poucos obreiros atuando nos países devido à política de restrições quanto a entrada de missionários. A necessidade de tradução da Bíblia é grande. Os crentes sofrem perseguição e correm riscos. A saúde e proteção dos missionários é uma necessidade constante na Janela 10/40.

Outra Janela, a Túrquica

A Janela Túrquica é uma faixa de terra que vai desde a Sérvia, na Europa, passando pela Turquia e chegando ao Uzbequistão e Turcomenistão, e ao extremo oeste da China, na Ásia. São cerca de 25 países inseridos na Janela Túrquica, que recebe este nome devido ao grande número de povos com raízes étnicas turco-otomanas e que possuem o turco e suas derivações como idiomas falados (tais como: azeris, gagaúzes, tártaros, turcomanos, cazaques e quirguizes).

È um dos grandes desafios missionários da atualidade. A região engloba inúmeros países de confissão islâmica ou cristã-ortodoxa, o que dificulta a entrada e o trabalho de missionários. Entretanto, muitos países estão recebendo obreiros comprometidos e que têm dado testemunho do amor de Jesus. Muitos turcos, a partir desses contatos, têm se rendido ao Senhorio de Jesus Cristo.

No coração da Janela 10/40

A Península Arábica, situada no coração da Janela 10/40, é a região do planeta mais resistente ao Evangelho de Jesus Cristo. É formada pelos seguintes países: Arábia Saudita, Catar, Kuwait, Barein, Emirados Árabes Unidos, Omã e Iêmen, todos islâmicos. Nesta faixa é possível notar grandes contrastes, como inúmeras reservas riquíssimas de petróleo situadas sobre grandes desertos inabitáveis; construções modernas em contraste com arquitetura antiga; poucos extremamente ricos e muitos extremamente pobres; estilo de vida consumista nas grandes e modernas capitais e tribos nômades que sobrevivem graças a costumes milenares. A península é considerada o “coração” do islamismo. Afinal, as duas cidades consideradas sagradas para os muçulmanos, Meca e Medina, estão nesta região.

A Península Arábica foi consideradapor muitos como sendo impenetrávelpara o Evangelho, mas, atualmente,Deus está se revelando a pessoas através de sonhos ou por meio de trabalhosmissionários estratégicos, como oesporte, que tem aberto oportunidadespara a pregação do Evangelho.

Chifre da África, uma região negligenciada

A região conhecida como Chifre da África, assim chamada por ter semelhança com um chifre de rinoceronte, inclui os territórios da Etiópia, Sudão, Somália, Djibuti e Eritreia, na parte nordeste do continente. A história da região, denominada na Bíblia de Cuxe, foi caracterizada por um domínio etíope e por lutas entre muçulmanos e líderes cristãos pelo controle das terras férteis e áreas vitais.

O Chifre da África tem sido negligenciado pelos cristãos há décadas. O evangelismo na região, assim como no restante da Janela 10/40, avança lentamente e com muitas dificuldades. Mas a situação tende a mudar. As igrejas e agências missionárias estão focalizando suas orações e recursos para esta árida região. Mesmo diante das dificuldades sociais (pobreza e guerras civis) e religiosas (fundamentalismo islâmico), muitos missionários prepararam a terra para que outros pudessem ir à região e conquistar esses povos para Jesus. E este tempo já em uma realidade!

O porquê do Tema da Campanha 2011

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missoes2011

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Nos últimos anos os temas das Campanhas de Missões Mundiais enfatizaram o papel da igreja e dos crentes na obra missionária. Os temas “Igreja de Cristo, Luz para as Nações” (2007), “Chamado de Todos, Missão de Cada Um” (2008), “As Nações Clamam. Então Usa-me, Senhor” (2009) e “Por Cristo Vou Até os Confins da Terra” (2010) tiveram esse objetivo.

Por outro lado, o foco das campanhas mostrava, essencialmente, a questão geográfica dos desafios – Haiti, Chile, Índia, China...

Porém, em 2011 e nos próximos anos, a Junta de Missões Mundiais vai redirecionar a abordagem e voltar a destacar a questão das etnias, com foco nos povos nãoalcançados. Um povo não-alcançado é um grupo para quem o Evangelho de Jesus ainda não chegou ou que a igreja existente em seu meio não tem condições de evangelizá-lo. Há ainda cerca de 2.200 grupos étnicos nessas condições.

Justificativas do tema e objetivos da Campanha

A Campanha deste ano tratará mais especificamente da realidade dos povos islâmicos. Com seu espantoso crescimento, hoje os muçulmanos já são quase 1 bilhão e 600 milhões em todo o mundo; na América Latina e até mesmo no Brasil o número aumenta a cada ano. Precisamos entender quem são os muçulmanos e conhecer a sua religião. Devemos amá-los e empreender todos os esforços para que eles também sejam alcançados pela graça do Pai.

A Junta de Missões Mundiais deseja contribuir para que as igrejas batistas do Brasil entendam o que é o islamismo e tenham uma visão real e sem preconceitos de quem são os muçulmanos. Atualmente, estes têm sido visto por muitos países e sido tratados pela mídia com preconceito e até rejeição.

Queremos, contudo, que os crentes brasileiros percebam as necessidades espirituais dos seguidores do Islã e os vejam como alvos do amor de Deus, por quem Jesus também morreu e que também precisam ser alcançados pela graça do Pai.

 

Fonte: JMM

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